Caio Fernando Abreu (via se-eu-pudesse)
Caio Fernando Abreu (via se-eu-pudesse)
“Eu me lembro da primeira vez que te vi. O jeito como seus olhos brilhavam, o jeito engraçado que você sorria, a forma que você mexia seus cabelos, seus gestos, a maneira de como você me atraiu. Porque tudo o que você faz e todas as palavras que você diz entram em minha vida de uma forma que eu não posso explicar. Não posso, não sei, não há como viver sem você. E quando me lembro da forma como você me tem inteiramente, só penso em dizer que eu te amo, em sonhar com seu abraço, com o som de sua voz. E sem você aí, não há como respirar, não há maneiras de viver, de ser feliz. Você é como as estrelas, posso não as ter por perto mas sei que elas estão lá em cima, que existem, que brilham por mim. Você é tudo pra mim, eu te amo pra sempre, e isso… basta.”
Te amei como você é e eu nunca te quereria de outra forma, te amei sem entender tudo, convencida de que o tempo me daria as ferramentas necessárias; talvez no meio de todo esse amor eu tenha deixado de perguntar se me amava a ponto de assumir tudo que nos separa. Pode ser também que você nunca me desse tempo de fazer essa pergunta, e nem, aliás dava a si mesma tempo para fazer a mesma pergunta. Mas esse tempo chegou, mesmo que a gente não queira.
Tudo aquilo que nunca foi dito
Pra lidar comigo tem que ser um bom jogador. Sou um quebra-cabeça com peças que nem eu mesma conheço. Sou mulher por dentro e menina por fora. Necessito de colo, necessito de atenção e de carinho, mas as vezes necessito de uma boa ignorada e uma boa queda para amadurecer. As vezes choro como uma menina e sorrio como uma mulher. Eu tenho fases, assim como a lua. E preciso de alguém para desvenda-las. Vem fazer diferente, vem fazer o que mais ninguém faz. Deixa eu te mostrar o meu amor de mulher e minha ingenuidade de menina. Me faz a mulher da sua vida e a menina que precisa dos seus braços. Me decifre por completa que você ganha meu coração.
Natália Borges (sgpra)